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Apthouse participa do Simpósio de Acessibilidade e Transporte

Aconteceu no ultimo dia 27/08/2013 o I Simpósio de Acessibilidade e Transporte: tecnologia assistiva como ferramenta do desenho universal. O evento, que integra a III Semana da Engenharia de Transporte da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba),aconteceu até quarta-feira (28/08) com o objetivo de discutir a criação do Centro de Referência em Acessibilidade do Estado da Bahia.

O encontro, voltado para profissionais e estudantes de engenharia, arquitetura, automação e demais áreas relacionadas ao desenvolvimento da tecnologia assistiva, contou com a participação do presidente do Crea-BA, engenheiro mecânico Marco Amigo e do coordenador do GT de Acessibilidade do Conselho Antônio Arêas Sobrinho; do secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia, Almiro Sena; do superintendente dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Alexandre Baroni; do secretário de Estado adjunto dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Marco Antônio Pellegrini; da coordenadora do curso de Tecnologia dos Transportes Terrestres da UFBA, Ilce Marília Freitas; do representante da Secretaria Municipal de Transportes, Francisco Ulisses, do superintendente da SETPS, Horácio Brasil, do diretor da Apthouse, Weber dos Anjos.

Na oportunidade, foram entregues os projetos de acessibilidade desenvolvidos pela Superintendência dos Direitos das pessoas com Deficiência, em parceria interinstitucional com a Secretaria de Meio Ambiente (Sema), com o Escritório de Referência do Centro Antigo (Ercas), ambos órgãos do Governo do Estado da Bahia, com a Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), da Prefeitura Municipal de Salvador e com a Prefeitura de Lauro de Freitas. Os projetos de acessibilidade para o Parque Metropolitano de Pituaçu, para o Centro Histórico de Salvador e para a Praia de Ipitanga foram entregues aos representantes da Sema, Ercas e poder público de Lauro de Freitas, respectivamente.

O Simpósio busca fomentar o conhecimento dos estudantes para novas tecnologias para a promoção de acessibilidade universal, além de proporcionar a troca de experiências entre profissionais e estudantes nas questões sobre temas ligados a mobilidade sustentável, acessibilidade universal, inclusão social e a abordagem sobre as dificuldades encontradas por empresas emergentes de engenharia.

O engenheiro mecânico Vinícius Dias sensibilizou a plateia ao comunicar que criou um equipamento (semelhante a um mini elevador) para facilitar o acesso de pessoas com deficiência em locais como teatro e cinema, mas que sua invenção está sendo utilizada pelas estrelas do axé music porque esbarrou nos entraves burocráticos. “A cada passo na técnica dois vão para atrás no quesito burocracia”, lamenta o profissional.

O engenheiro eletricista e Diretor da Apthouse Weber dos Anjos, que trabalha com automação residencial, explicou como funciona a técnica e narrou as dificuldades para a implantação no país, como a falta de propaganda, a ideia de que a automação é de alto custo e a escassez de mão de obra qualificada. “Deixar uma residência acessível custa de 3 a 8% do valor do imóvel. Um custo relativamente baixo se for observada a possibilidade de independência das pessoas com deficiência”, finaliza.

 

Fonte: Crea-BA